quinta-feira, 20 de novembro de 2014

O real e a ilusão

https://www.youtube.com/watch?v=kHbr77tIPWE

Tem dias em nossas vidas que as coisas parecem estar somente naquele nível mais baixo.
Tem dias que eu penso que minha vida espiritual está por um fio.

O que é real? É real estar o tempo todo clamando, orando, se sentindo perto do Senhor, e num minuto estar se sentindo distante? Ou é ilusão?

É ilusão. Ele está conosco e  Espírito Santo está em nós. Porém quando damos vazão a carne, um espaço sequer, a carne fala mais alto e o nosso Espírito fica em segundo plano. A carne, a minha pelo menos, não sente o sobrenatural. Ela fica com a ilusão de estar sozinha. Nessas horas, o diabo usa as pessoas que você ama para afetar você e dizer justamente o que você teme: você está longe de Deus.

Nós na nossa ignorância acreditamos num absurdo desses. Pensa bem, você passou um dia sem ter palavras para orar ou faltou a um culto. Deus é Deus, Soberano, Amoroso e Maravilhoso. Não é um Deus caprichoso, e sim compreensivo. Não é um Deus maldoso, muito pelo contrário, é averso a maldade. Por ser Bondoso e Misericordioso, nos ama como somos, conhece o nosso coração, E (a chave:) NÃO ESTÁ DISTANTE DE MIM.

O Espírito Santo intercede por mim com gemidos inexprimíveis. Porque nós insistimos em colocar Deus como um ser humano? Jesus me perdoe por isso!

https://www.youtube.com/watch?v=GQNfPXwJgOw

Vou escutar esse louvor até ficar normal.




sexta-feira, 22 de agosto de 2014

Música nova na Reconciliation Church

Os céus se abriram
O preço foi pago
Oooo
Entre os mortos
Oooo
Ele venceu
Te dou minha vida
E tudo que tenho
Oooo
Adorarei
Oooo
Enquanto eu viver


sexta-feira, 8 de agosto de 2014

08/08/2014 12h57 - Atualizado em 08/08/2014 13h00 Polícia prende mãe que abandonou bebê em caixa de papelão em Brasília

Por favor, prendam os seres racionais!!

O que está acontecendo com o mundo? É sério, não é uma reflexão de um dia, mas de todos os dias.
É triste ler ao jornal e perceber que só existem desgraças.
Mas mais triste ainda é saber que alguém que acabou de dar a luz joga um bebê no lixo como se esse pequeno anjo fosse descartável, fosse um objeto, uma coisa.

Me explica, o que está acontecendo com o mundo? O que está acontecendo com essas pessoas? Elas estão tão "cheias de si mesmas" que não sentem remorso no que estão fazendo? Estão tão cheias de maldade que não param de fazer o mal antes que seja tarde?

Me explica, porque psicopatia para mim era raro. Mas eu acho que é muito mais comum do que se imagina.

Não é meu bebê, eu não o achei, mas cada vez que leio uma notícia dessa meu coração se corta por mais uma criança abandonada que não pode se defender...

Ás vezes fico pensando, as pessoas estão sendo tão enganadas pelo diabo que não pensam no que pode acontecer com essas crianças que sobrevivem no futuro. Fico imaginando: como será que ela vai crescer? Aonde será que ela vai morar? Como ela vai reagir com os problemas que encontrar? Como ela vai se sentir? Como o espírito dela encontrará paz?
Crianças que sofrem maus tratos, abandono, traumas durante a infância, por mais que não saibam, tem consequências graves no futuro.

Só podemos orar muito para Deus colocar a mão sobre cada uma dessas vidas.


Notícias: http://g1.globo.com/distrito-federal/noticia/2014/08/policia-prende-mae-que-abandonou-bebe-em-caixa-de-papelao-em-brasilia.html

quarta-feira, 18 de junho de 2014

Eu sempre tive noção de ética e justiça.

E conforme o tempo foi passando, o sentido de ética e justiça ficou mais forte, não somente com os outros, mas comigo mesma.

Errei muitas vezes e, na cara e na coragem, desferi críticas a mim mesmas tão pesadas, que forjaram em mim uma vontade enorme de querer acertar, ser ética e justa, comigo, com os outros.

Porém, tirando minha família, as pessoas que mais conviviam próxima a mim me fizeram um rombo terrível. Conhecendo a noção de justiça que tenho, disseram inúmeras vezes que eu era “o problema”, que a minha família “sabe do mal que eu faço a um ser humano”, que eu sou “uma cobra”, “falsa”, “inadimplente”, “irresponsável”, “mentirosa”, “sínica”, “má”, “só faz merda”, e etc.

Confesso que em um momento da minha vida fui mentirosa, sínica, má e irresponsável. Porém, esse tempo passou há muitos anos, e as pessoas em quem confiei usaram o que me arrependo como uma faca bastante afiada para me fazer duvidar de quem eu sou.


Mas como eu faço limonada com os limões que me deram, sim, eu serei melhor. Se é para ser ruim, então tudo bem. Posso olhar no espelho e aceitar o rótulo que essas pessoas me deram, porque acharam “justo”. Se na cabeça de quem me cerca, na tarefa de ser boa eu sou medíocre, que eu seja uma “ruim” de excelência.